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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Viagem

Época de eleição é a melhor época. Sempre tem politico pagando churrasco e cerveja.
Vamos a história...


Um certo dia, resolvi viajar com minha mulher. O destino? Não sabia. Apenas queria sair rodando estrada afora. Como tínhamos uma grana sobrando, resolvi comprar um motor-home, para não precisar gastar dinheiro com hotéis. Engatei minha caminhonete no reboque, e encima da caminhonete coloquei duas motos de trilha (verdadeiro kit felicidade como diz um certo amigo meu). Saímos de casa em uma quarta a tarde. Pegamos a estrada rumo ao nordeste, mas sem uma cidade especifica. Enquanto eu dirigia, minha mulher ia fazendo as unhas e coisas do tipo, que toda mulher faz. Após muitas horas dirigindo sem parar, chegamos a uma pequena cidade, onde resolvi abastecer, o frigobar, lógico. Após descansar um pouco, decidimos continuar a viagem, só que dessa vez foi minha mulher quem assumiu a direção. Enquanto ela dirigia, eu aproveitei para tomar umas cervejas. Após algumas horas de estrada e de muita cerveja (eu já estava ficando bebaço), resolvemos nos "divertir" um pouco. Não vou entrar em detalhes pois menores podem ler isso, e isso não é um site porno. Após nossa "diversão", como já era noite, resolvemos procurar um posto para comermos algo, abastecer e dormir até a manhã seguinte. Andemos por cerca de uma hora mais ou menos até achar uma cidadezinha. Quando chegamos lá, não vimos ninguém na rua (achamos que fosse um toque de recolher), achamos um posto de gasolina bem perto da entrada. Só que havia um porém, o posto era abandonado, a cidade toda era abandonada. Estacionei ali mesmo, peguei uma das motos e fui ver se achava algum mercadinho. Encontrei um mercadinho, e por incrível que pareça, havia alguém la dentro. Lembram do tal vulto da história "O Sonho"? Então, era ele quem estava no caixa. Mas dessa vez não fiquei com medo e resolvi falar com ele:
- O cara, que puta falta de sacanagem você ficar me seguindo por todos os lugares em que eu vou!
Então com uma voz sombria, ele responde:
- Desculpa, mas essa é a minha missão, cuidar para que você chegue sempre vivo em casa. Só que você nunca me viu pessoalmente, você sempre me vê em sonhos, como esse. Então agora você vai acordar e vai estar convencido de que tudo não passou de um pesadelo e que você nunca saiu de casa para esta viagem.
Com um estalo de dedos, eu acordei na minha cama, ao lado de minha mulher, e em vez de eu ir viajar, fui é trabalhar (pobre sempre se fode), pois tudo oque tinha acontecido foi meramente um sonho devido ao grande excesso de álcool consumido na noite anterior. Houve pelo menos uma coisa de bom nessa história, eu não apanhei de ninguém, não que eu lembre!


É isso ai pessoal. Depois de muito tempo sem postar, minha namorada achou esse texto perdido la em casa, texto qual eu tinha escrito, se não me engano, no começo de 2011. Demorei um pouquinho mas postei. Próximo texto? Sei lá. O dia que eu tiver meio inspirado talvez eu escreva um, e se eu lembrar eu posto aqui pra vocês!!


Mais uma história por Bêbado, Rouco e Louco!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Terça - Feira - 15/02

Noite de terça. Terça muito bem trabalhada. Dinheiro do dia recebido. Dinheiro gasto com bebidas. Varias pessoas junto comigo gastando dinheiro com bebida. Varios tipos de bebidas. Varias pessoas bebadas. Bêbadas de todas as maneiras. Varias musicas e pessoas relembradas. Varias historias contadas. I DAI, QUALÉ QUE É... FOGO NA BOOMBA! Bebedeira de terça é fudida. Trabalhar na quarta de ressaca é mais foda ainda (certeza absoluta). Mas tirando isso... vai dizer que não é bom tomar uma cerveja?! Surgiu o papo faculdade e também a frase: Acho que não vou mais trabalhar. Apenas beber!

BEEBERR ATÉÉ MORREEER!!!!!

Porque será que o homem quando foge de si mesmo
Se afoga na bebida e se droga sem parar
Será que a vida imposta é perder um vale tudo
Viver sempre chapado é melhor do que lutar

Beber até morrer essa é a solução
O tédio lhe domina a vida não dá tesão
Mas outro porre desse você nunca vai esquecer
Que o fígado é só seu e de mais ninguém

Baratas nas paredes, aranhas pelo chão
Cobras na sua cama e ratos no porão
Problemas na cabeça não dá quase pra pensar
Enfie o dedo na goela e tente vomitar

Beber até morrer essa é a solução
O tédio lhe domina a vida não dá tesão
Mas outro porre desse você nunca vai esquecer
Que o fígado é só seu e de mais ninguém

Sua noite terminou de cara numa privada
Os problemas voltarão junto com uma puta ressaca
Por que você não bebe apenas pra se divertir?
Lute com a cara limpa, você não vai desistir
(Ratos de Porão)

Música dedicada para meu grande amigo Maurivan, vulgo Karsa!

Este foi mais um texto por Bêbado, Rouco e Louco!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

A Hierarquia Do Bebado

Um dos maiores erros cometidos pelos leigos em assuntos etílicos é posicionar inadequadamente o cidadão alcoolizado na hierarquia bebunística.

Por desconhecerem que há critérios técnicos regulamentados pelo Incopo, costumam chamar, às vezes, um simples biriteiro de pau-d'água ou um pinguço de pé-de-cana. Quanta ignorância!

Bebum, pinguço e biriteiro são apenas "estágios" ou "posições hierárquicas", alcançadas de forma meritória com muito denodo e competência.
Tomar um porre todo mundo toma, porém, ter status etílico é outra coisa.

De "bêbado" a "papudinho":

1 - Bêbado - É a patente mais insignificante da escala, mesmo porquê, não chega a ser um profissional. A coisa aí é definida pelo verbo de ligação: normalmente o sujeito ESTÁ bêbado, ele não É bêbado. É como os ministros. Eles não são ministros, eles estão ministros, o que também não impede que o ministro seja ou esteja bêbado. É o pé-de- chinelo da escala. O bêbado, não o ministro, é claro!

2 - Biriteiro - É o cara que, depois de alguns porres, acaba se interessando pela carreira e começa a praticar a bebunagem com regularidade. Como o fígado ainda está tinindo e a família achando que aquilo é só uma "fase passageira", ele vai metendo os cornos devagarinho. Toma três hoje, duas amanhã, pára no domingo, recomeça na terça, vomita na quinta, toma boldo na sexta, e vai indo... Como ainda não tem certo domínio sobre o álcool, acaba fazendo merda. E depois da primeira, é uma atrás da outra, para alegria dos cunhados canalhas.

3 - Bebum - É uma patente acima do biriteiro. Mais constante e mais previsível, quanto às cagadas que costuma aprontar, o bebum é aquele cara que vive pagando mico, para a vergonha da esposa e felicidade da sogra. Pode ser "sistemático". Faz merda todo dia, ou "assistemático", o que não faz mais merda, pois já tem o suficiente em estoque.

4 - Pinguço - O que faz com que um bebum seja elevado à categoria de pinguço é o horário em que passa a adentrar no recinto cachacístico.
O bebum é um notívago por excelência, quer dizer, só costuma molhar o chifre à noite, enquanto o pinguço é um "tardívago"; começa na hora que seria do almoço.
Seria, mas não é. Almoço, para pinguço, é perda de tempo. Só pode ter sido invenção de crente.

5 - Pau-d'água - É o pinguço que já perdeu o respeito da vizinhança. Embora seja uma patente alcoólica de grande carisma, a expressão "pau-d'água" é usada por muitos abstêmios como adjetivo pejorativo. E isso é sacanagem. Se o pau-d'água fosse da família deles seria "vítima do alcoolismo", agora, como não é... É o mesmo preconceito que muita gente tem contra a viadagem: se for da nossa família é "homossexual", mas se for da família do vizinho é "viado", "bichona sem-vergonha".

6 - Pé-de-cana - É o pau-d'água pobre. O cara rico, de porre, é extravagante; o pobre é impertinente. Se for rico fica eufórico; se for pobre faz vergonha. Rico fica alegre; pobre enche o saco.
Rico agita a madrugada; pobre enche os culhões. Não tem como escapar! Só enchendo os cornos para esquecer o preconceito...

7 - Papudinho - É a maior patente da escala, o último e derradeiro degrau. É quando a cara incha de vez, os olhos empapuçam, o passo fica curto, os pés engordam, as mãos vacilam, a voz se arrasta e até o anjo da guarda dá no pé.
Geralmente é um solitário. Bebe sozinho, cai sozinho, mija nas calças sozinho, e fica babando no sereno até que uma alma caridosa, normalmente um outro papudinho, se ofereça para ajudar. Ocorre que, muitas vezes, o outro papudinho está ainda mais mamado e acaba caindo também. Aí, para levantar dois papudinhos são necessários outros dois papudinhos, que quase sempre não aparecem já que estão caídos mais adiante. Daí então, só de revolta, resolvem formar mais uma dupla sertaneja só para torrar de vez com o saco dos brasileiros.

Além destas sete patentes, há algumas outras posições intermediárias como sub-bebuns, terceiros, segundos e primeiros-pinguços, biriteiros de corveta, etc., mas que são estritamente corporativas e servem tão somente para efeito de promoção.

Figuras como o "ébrio", por sua vez, não são mais reconhecidas como patente.
O ébrio, para quem não sabe, é o bebum em desuso. Ainda há
alguns poucos remanescentes no mercado cujas famílias os prendem em casa para evitar que façam merda na rua. Os poucos que ainda existem funcionam à válvula, já perderam o contraste e têm sérios problemas com o vertical.


Retirado de osvigaristas.com.br

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Noite De Agosto

Esta história eu escrevi a cerca de 6 meses atrás, mas por um mero acaso eu resolvi postar só hoje. Nada foi mudado na história durante esses 6 meses! Boa Leitura!


Uma noite, havia brigado com minha mulher e resolvi dar uma caminhada para espairecer. Ela pediu que eu levasse o celular. Já passava das 11h, peguei minha carteira e alguns cigarros e sai. Era uma noite fria de agosto, tinha chovido o dia inteiro. Fui caminhando sem rumo, com o pensamento absorto. Algum tempo depois resolvi parar para perguntar onde eu estava pois eu não sabia que lugar era aquele. Olhei no relógio e vi que ja era quase 1h da manhã. Decidi continuar caminhando sem perguntar que lugar era para não ter outra preocupação. Fui caminhando lentamente e pensando na briga entre eu e minha mulher, e acabei percebendo que o errado naquela história era eu. Resolvi ligar para pedir desculpas e pedir também que ela fosse me buscar... Mas havia um porém (porra, sempre há um porém nestas histórias), eu tinha deixado o celular em casa! Tentei localizar um telefone público, mas ao olhar em volta vi que não tinha nenhum. Decidi voltar por onde tinha vindo... "Por onde eu vim mesmo? Droga, não consigo lembrar por onde vim". Acendi um cigarro e continuei caminhando na direção que eu estava indo. Acabei entrando em um bairro conhecido. Ao olhar em volta localizei um orelhão e tentei ligar para casa, mas nínguem atendeu. Chamei um táxi e pedi que me levasse até minha casa. Quando desci do carro, advinha quem era o motorista... Era o vulto da história "O Sonho". Paguei a corrida e quando me virei para a casa, ela explodiu! Acordei assustado. Minha mulher me alcamou e eu lhe contei a história toda. Ela ficou meio intrigada, mas de repente começou a dar risada. Fiquei brabo com isto e quis sair de casa, mas ela pediu desculpas. Estava com sede e não tinha nada para beber em casa. Peguei o carro e fui comprar cerveja. Fui ao mercado mais próximo, mas ele estava fechado. Decidi ir a posto ali perto, mas ele também estava fechado. Então decidi ir até um supermercado 24h que tinha do outro lado da cidade. Passei por várias cenas esquisitas, e quando cheguei ao mercado, advinhem... Ele também estava fechado! "Whatahell?" pensei, "Mercado 24h não é pra ficar aberto 24h?". Fiquei furioso e decidi voltar para casa sem comprar nada mesmo. Mas eu estava com muita sede, e decidi parar em uma praça para ver se achava água. Não achei nenhuma torneira, mas achei um laguinho e fui até lá tomar água... Levei um chute nas costelas e vi que tinha um guarda me molhando com uma mangueira. Pedi para parar mas ele nao parou. Olhei para sua cara e vi que era o mesmo guarda que tinha me acordado alguns dias atrás. Me levantei e fui para minha casa. Desta vez não encotrei minha sogra na porta de casa, mas sim minha mulher. Ela parecia muito preocupada, mas quando entrei em casa ela começou a me bater por ter passado mais uma noite fora bebendo. Equanto ela falava, eu pensanva no sonho que tive e decidi sair para tomar mais umas cervejas com os companheiros de sempre. A cada meia hora mais ou menos, minha mulher me ligava querendo saber onde eu estava, e eu sempre falava que estava no parque ou no lago. Mas na verdade eu estava no bar, bebendo, lógico. Fiquei bebendo até escurecer e resolvi ir para casa. Quando cheguei encontrei minha mulher com uma 765 na mão! Tentei acalmá-la mas não consegui, então sai correndo e fui dormir na casa de um amigo voltando para casa no dia seguinte para ver se ela já estava mais calma. Mas isso é outra história e ficará para um próximo post!


Incoscientemente Escrito Por Um Bêbado, Rouco e Louco.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

02/06/2010

Aqui vai mais um poema, meio sem nexo para variar mas, fazer oq neh?! É a vida :)


Olá,
Vamos tomar um chá,
Ficar pra lá de Bagdá,
Andar de lá para cá.

Eu estudava no Colégio Agrícola,
Pois andava de Fubica,
Pegava a Marica,
E tocava Cuíca.

Quando deito na cama,
Toco sanfona,
Tomo uma canha,
E fumo maconha.

Eu vou sair,
Comprar um quati,
Fazer uma música ali,
E beber até cair.

Chegaram as mina,
Tudo de cinta liga,
Tomando caipira.
Se jogando na piscina.

Eu moro num beco,
O beco é no gueto,
O gueto é escuro,
E o ferro é burro.

Os mano na laje,
Assando uma carne,
Fazendo uma pagodaje,
Bebendo arte.

As mina na banheira,
Ao lado da lareira,
Fazendo brincadeiras,
Falando besteiras.

Um frio de racha,
A mulherada pra dança,
A carne pra assa,
E uma larica pra mata.

Agora vou nessa,
Fazer uma festa,
Beber a beça,
Falou, vou nessa...

sábado, 23 de janeiro de 2010

23 - 01 - 10

CERVEJA bem como são as coisas...
Você não me CONHAQUE,
Não sabe de onde eu VINHO.
Por isso não me CAMPARI com qualquér RUM!

Apenas isto por hoje :D

domingo, 6 de dezembro de 2009

06/12/09

Estou aqui hoje na casa do meu querido amigo RAFS, junto com meus queridos amigos Julio e Gabriel, para escrever este breve texto.

Hoje, liguei para o meu amigo RAFS para fazermos algo, ele estava ocupado e disse que me ligaria depois, mas ele nao ligou. Perto da meia noite ele e mais 3 manos vao até a minha casa me convidar para beber. No momento em que eles chegaram eu estava assistindo O Curral, comendo bife, tomando suco de abacaxi, escutando a rádio Atlantida e lendo o livro Crepúsculo. Entao compramos uns litros de whisky que compete com o Red Label e é mais barato, mas no momento eu nao lembro o nome pois é muito complicado. Após tomar uns 2 ou 3 litros eu comentei com os manos que na horas que eles chegaram na minha casa eu estava tomando O Curral, lendo o Abacaxi, assistindo o bife, escutando o Crepúsculo e fritando a Atlantida.


Este é mais um relato de um Bêbado, Rouco e Louco.