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sábado, 12 de setembro de 2009

12/09/09

Apenas para nao perder o costume de postar aqui.


Sejamos Bebados

Degustando sua personalidade,

Provoco-te de vários jeitos.

Lentamente me entorpeço,

Gole por gole.

Estou largado na mesa

Num canto de parede

Enquanto o garçom me serve.

Com estratégia te seduzo

Em uma dança impessoal.

Aventuro-me em meus devaneios

Com a boca molhada

Esperando beijos e mordidas.

Sua companhia me excita...

- Garçom, mais uma dose!

Pura delícia, meu álcool,

Não a ponho no pedestal,

Apenas te consumo,

Prazer a prazer...

- Garçom, mais uma dose!

Venha comigo agora,

A noite não acabou.

Brindemos agora

Pela efemeridade...

- Garçom, mais uma dose!

Como um pintor ama a arte

Amarei sua nudez.

Servirei o licor

Sejamos bêbados hoje...

- Garçom, mais uma dose!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

20/08/09

Estou aqui hoje para fazer uma publicação de um pequeno "poema" que localizei em um site que não me recordo agora qual seja.

Eu tinha lá em casa dez garrafas de cachaça, da boa. Mas minha mulher obrigou-me a jogá-las fora.
Peguei a primeira garrafa, bebi um copo e joguei o resto na pia.
Peguei a segunda garrafa, bebi outro copo e joguei o resto na pia.
Peguei a terceira garrafa, bebi o resto e joguei o copo na pia.
Peguei a quarta garrafa, bebi na pia e joguei o resto no copo.
Peguei o quinto copo, joguei a rolha na pia e bebi a garrafa.
Peguei a sexta pia, bebi a garrafa e joguei o copo no resto.
A sétima garrafa eu peguei no resto e bebi a pia.
Peguei no copo, bebi no resto e joguei a pia na oitava garrafa.
Joguei a nona pia no copo, peguei na garrafa e bebi o resto.
O décimo copo, eu peguei a garrafa no resto e me joguei na pia.

Bom, é isso. Até a próxima caros leitores.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

12/08/09



Olá, estamos aqui para mais um post. Dessa vez sem o efeito do Alcool ;D

Canção do Exilio (v. I)

Minha terra tem problemas
Que ninguém resolverá
A pobreza que nos rodeia
Não é vista pelos de lá.

Nosso céu têm mais poluição
Nossos impostos são maiores
Nossos hospitais tem mais filas
Nossas vidas, cada vez piores.

Se cismar em querer mudança,
Calar-me-ão os de lá.
Minha terra tem problemas
Que ninguém resolverá.

Por aqui ninguém se diverte,
Só devemos trabalhar
Se cismar em fazer paródias,
Nenhum apoio encontrará.
Minha terra tem problemas,
E baixo IDH.

Não permita Deus que eu morra
De bala perdida em qualquer lugar.
De morte matada pelos meus credores,
De desgosto, suicidar.
Sem esperança de que, algum dia
Tudo isso mudará.


Canção do Exilio (v. II)

As balas são certeiras,
No barulho da Ak.
As pessoas que os tiros sorteiam,
Tem apenas que esperar.

Nosso céu tem mais PM,
Nossas favelas tem mais sangue,
Nosso corpo mais ferida,
Da ferida escorre sangue.

Com a pele cor da noite,
O prazer no gole e pá.
As balas são certeiras,
No barulho da Ak.

Nos hospitais faltam doutores,
Que o povo precisar.
Com a pele cor da noite,
O prazer no gole e pá.
As balas são certeiras,
No barulho da Ak.

Rezam a Deus para que não morram,
Com o tiro de Hk.
Sem aproveitar os valores,
De sua familia, manos e pá.
Sem água na torneira,
Mas com o barulho da Ak.

By: RAFS

quarta-feira, 29 de julho de 2009

29/07/09

Estamos aqui mais uma noite sob o efeito do alcool para fazermos mais um texto muito nada a ve o cu ca bunda :p

Meu nome é Matheus.
E eu nao gosto de Deus.
Cadê meus breus?
Passa a chama,
Que eu deito na cama,
Para tomar uma cana.
Se eu furtar,
Não irão me cagüetar,
Para não me derrubar.

Acenda o carvão
,
Vamos pro porão,
Fumar um narguilão.
Os mano tão aqui
,
Nós vamo fugir
,
Pra não precisa carpir.

Vamos ali na vizinha
,
Pegar uma quentinha
,
Pra comer ao som de Chimbinha.
Não tamo de caranga
,
Mas vamo da uma banda
,
Na quebra de cima
,
Pra comprar uma canga.

Passamo na quebrada
,
Pega uma parada.
Mas os vida loka fugiu

E os breu sumiu.
Olhamos pela janela,
Os mano na cela.

Os mano tão torto,
E eu quase morto.
Vou beber pra esqecer.
Nem queira saber.
A realidade é foda,
Nós tamo na moda.

Estamos na noite,
Lembrando os açoite.
Agora vou indo,
Pois estou caindo.
Tomei um Absinto,
E Estou com dor no...

Até a próxima manguaça,
Para escrever mais uma bagaça.
Va na fé,
Mas não necessariamente em pé.
Se não gosto,
Fale com seu vô.
Se ele morreu,
SE FODEU!

Vo fala com o Mano Au,
Tchau!

sábado, 11 de julho de 2009

Está é a música para todos que ja estiveram bebados, nem que seja por alguns instantes! xD

Bêbado, Rouco e Louco
Velhas Virgens

Hoje eu encontrei
Um velho retrato seu
Por onde andarão os olhos
Que um dia foram os meus?
A rua sem você
Vazia é quase nada
Escura, suja e triste
Recordação maltratada
Maltratada

Bêbado, rouco e louco
Eu danço entre os carros
Na marginal congestionada
Grito, blasfemo
Paixao e ódio
Mágoa, desprezo
Uma mulher não vale nada
Não vale nada (2x)

Os dias passam sedentos
Nessa imensa mesa de bar
Copos vazios que brindaram saúde
A quem já não me quer mais
Não me quer mais
Não, não quer mais

Bêbado, rouco e louco
Eu danço entre os carros
Na marginal congestionada
Grito, blasfemo
Paixão e ódio
Mágoa, desprezo
Uma mulher não vale nada
Não vale nada (3x)

Toma um fósforo, acende o teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro.
A mão que afaga é a mesma que apedreja.
Se a alguém causa inda pena tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga
Escarra nessa boca que te beija!

Não vale nada (4x)


Não irei escrever nada hoje por que não estou bêbado o suficiente para ter inspirações para poder escrever.

Até a próxima.