terça-feira, 13 de maio de 2014
13/05/2014
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Estamos quase no natal, então vou tentar fazer um texto sobre isso... É claro que se eu estivesse sobre a influencia de alcool, seria melhor, mas como estou escrevendo isso em uma segunda feira, não vai dar muito certo. Bom, vamos parar com a encheção de linguiça e vamos dar inicio ao texto de hoje.
Um belo sábado a tarde, resolvi dar uma volta pra tomar uma gelada e espairecer. Caminhei pela cidade toda e passei por todos os bares, mercados, postos e qualquer lugar que tivesse cerveja para que pudesse me refrescar, tava um calor da muléstia. Mas enfim. Tinha saido de casa por volta das 14h e quando me dei conta ja era passado da meia noite. E como tinha saido para espairecer, não levei o celular e acabei perdendo todos os compromissos. Mas ai eu lembrei de uma frase que ouvi de uma garota: "È dolce il suo respiro fra i pensieri miei". Resolvi procurá - la para conversarmos e quem sabe relembrar os "velhos tempos". Chegando na sua casa, descobri que outro ja havia ocupado o meu lugar. Mas eu continuei de cabeça erguida tomando a minha cerveja e segui meu rumo. Ja que eu não tinha mais aquela que tanto amei, resolvi ir até um parque ali perto pra descansar e refletir sobre como a vida é cruel. Acabei encontrando mais um bêbado conhecido. Começamos a conversar e papo vai, papo vem, chegamos ao assunto mulheres, e então eu lembrei de uma música: "A confiança é uma mulher ingrata, Que te beija e te abraça, te rouba e te mata". Acabamos a conversa por ai mesmo e decidimos ir a um bar tomar a saideira pois ja passava das 3h da manhã e tinhamos que ir pra casa pois nossas mulheres deveriam estar preocupadas. Fomos ao bar, tomamos uma, duas, três, oito, doze.. enfim, a saideira acabou virando muitas cervejas. Falamos sobre vários assuntos, inclusive os antigos amores e suas decepções. E como sempre tivemos a mesma filosofia, "A dor do amor, é com outro amor que a gente cura", resolvemos fazer um acordo: nunca mais correr atrás dos amores que a gente sabe que não vão voltar, estando bêbados ou não. Finalmente tomamos a saideira e nos dirigimos a nossas residencias, um para cada lado. Sozinho, novamente. Mais uma vez os pensamentos mais tensos retornam a minha mente. Mais uma vez eu penso sobre coisas que deveria deixar de lado e seguir em frente com a vida. As vezes eu penso algumas coisas tao tenebrosas, que ninguém merece saber. Ainda bem que ninguém consegue ler a minha mente... As pessoas se decepcionariam comigo. Segui o rumo para a minha casa, pensando nesses e em outros assuntos um pouco menos cabulosos. Mas vamos deixar isso de lado porque vocês não precisam saber o que se passa na minha cabeça. Quando cheguei em um bairro proximo ao meu, me deparei com uma cena de filme, várias viaturas da policia e dos bombeiros. Olhei para a casa e vi que não era de nenhum conhecido, então resolvi seguir o meu caminho. Sei que vão pensar "Bah, mas esse cara não é curioso", engano de vocês, eu sou curioso, e muito, mas naquela noite eu não estava com cabeça para aquele tipo de coisa. Chegando em casa, vi que as luzes estavam acesas. Entrei e vi minha mulher no sofá chorando. Perguntei o que tinha acontecido, e ela disse que tinha acontecido um tiroteio naquele mesmo lugar que estava cheio de policia, e que ela estava preocupada comigo pois eu tinha deixado o celular em casa e ela não sabia aonde eu estava. Tinha pensando que eu estava passando no local na hora do tiroteio. Então eu me dei conta, que aquela era a mulher que eu queria para viver comigo para o resto da vida e que, realmente, eu não deveria mais pensar nas mulheres que tive no passado e que me fizeram sofrer, pois a unica que eu queria e que eu merecia ter, era aquela ali, que estava ao meu lado. Por isso aqui eu digo, nunca mais pensarei ou terei olhos para outras mulheres.
Espero que isso sirva de lição para muitas pessoas, não só homens, mulheres também.
“Porque o amor não é só festa, ele também é enterro. Precisamos enterrar nosso orgulho, prepotência, ciúme, egoísmo, nossas falhas, desajustes, nosso descompasso. O amor não é sempre entendimento, mas a busca dele. Acho que o amor não é o caminho mais fácil, pois mais fácil seria dizer a-gente-não-se-entende-a-gente-não-combina-tchau-tchau. O amor é uma tentativa eterna. E se você topar entrar nessa saiba que o amor encontrou você. Seja gentil, convide-o para entrar.”
Ps: Não falei nada sobre o natal ai USHAUHUASAUS
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Viagem
Vamos a história...
Um certo dia, resolvi viajar com minha mulher. O destino? Não sabia. Apenas queria sair rodando estrada afora. Como tínhamos uma grana sobrando, resolvi comprar um motor-home, para não precisar gastar dinheiro com hotéis. Engatei minha caminhonete no reboque, e encima da caminhonete coloquei duas motos de trilha (verdadeiro kit felicidade como diz um certo amigo meu). Saímos de casa em uma quarta a tarde. Pegamos a estrada rumo ao nordeste, mas sem uma cidade especifica. Enquanto eu dirigia, minha mulher ia fazendo as unhas e coisas do tipo, que toda mulher faz. Após muitas horas dirigindo sem parar, chegamos a uma pequena cidade, onde resolvi abastecer, o frigobar, lógico. Após descansar um pouco, decidimos continuar a viagem, só que dessa vez foi minha mulher quem assumiu a direção. Enquanto ela dirigia, eu aproveitei para tomar umas cervejas. Após algumas horas de estrada e de muita cerveja (eu já estava ficando bebaço), resolvemos nos "divertir" um pouco. Não vou entrar em detalhes pois menores podem ler isso, e isso não é um site porno. Após nossa "diversão", como já era noite, resolvemos procurar um posto para comermos algo, abastecer e dormir até a manhã seguinte. Andemos por cerca de uma hora mais ou menos até achar uma cidadezinha. Quando chegamos lá, não vimos ninguém na rua (achamos que fosse um toque de recolher), achamos um posto de gasolina bem perto da entrada. Só que havia um porém, o posto era abandonado, a cidade toda era abandonada. Estacionei ali mesmo, peguei uma das motos e fui ver se achava algum mercadinho. Encontrei um mercadinho, e por incrível que pareça, havia alguém la dentro. Lembram do tal vulto da história "O Sonho"? Então, era ele quem estava no caixa. Mas dessa vez não fiquei com medo e resolvi falar com ele:
- O cara, que puta falta de sacanagem você ficar me seguindo por todos os lugares em que eu vou!
Então com uma voz sombria, ele responde:
- Desculpa, mas essa é a minha missão, cuidar para que você chegue sempre vivo em casa. Só que você nunca me viu pessoalmente, você sempre me vê em sonhos, como esse. Então agora você vai acordar e vai estar convencido de que tudo não passou de um pesadelo e que você nunca saiu de casa para esta viagem.
Com um estalo de dedos, eu acordei na minha cama, ao lado de minha mulher, e em vez de eu ir viajar, fui é trabalhar (pobre sempre se fode), pois tudo oque tinha acontecido foi meramente um sonho devido ao grande excesso de álcool consumido na noite anterior. Houve pelo menos uma coisa de bom nessa história, eu não apanhei de ninguém, não que eu lembre!
É isso ai pessoal. Depois de muito tempo sem postar, minha namorada achou esse texto perdido la em casa, texto qual eu tinha escrito, se não me engano, no começo de 2011. Demorei um pouquinho mas postei. Próximo texto? Sei lá. O dia que eu tiver meio inspirado talvez eu escreva um, e se eu lembrar eu posto aqui pra vocês!!
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Terça - Feira - 15/02
BEEBERR ATÉÉ MORREEER!!!!!
Porque será que o homem quando foge de si mesmo
Se afoga na bebida e se droga sem parar
Será que a vida imposta é perder um vale tudo
Viver sempre chapado é melhor do que lutar
Beber até morrer essa é a solução
O tédio lhe domina a vida não dá tesão
Mas outro porre desse você nunca vai esquecer
Que o fígado é só seu e de mais ninguém
Baratas nas paredes, aranhas pelo chão
Cobras na sua cama e ratos no porão
Problemas na cabeça não dá quase pra pensar
Enfie o dedo na goela e tente vomitar
Beber até morrer essa é a solução
O tédio lhe domina a vida não dá tesão
Mas outro porre desse você nunca vai esquecer
Que o fígado é só seu e de mais ninguém
Os problemas voltarão junto com uma puta ressaca
Por que você não bebe apenas pra se divertir?
Lute com a cara limpa, você não vai desistir
(Ratos de Porão)
Música dedicada para meu grande amigo Maurivan, vulgo Karsa!
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
A Hierarquia Do Bebado
Por desconhecerem que há critérios técnicos regulamentados pelo Incopo, costumam chamar, às vezes, um simples biriteiro de pau-d'água ou um pinguço de pé-de-cana. Quanta ignorância!
Bebum, pinguço e biriteiro são apenas "estágios" ou "posições hierárquicas", alcançadas de forma meritória com muito denodo e competência.
Tomar um porre todo mundo toma, porém, ter status etílico é outra coisa.
De "bêbado" a "papudinho":
1 - Bêbado - É a patente mais insignificante da escala, mesmo porquê, não chega a ser um profissional. A coisa aí é definida pelo verbo de ligação: normalmente o sujeito ESTÁ bêbado, ele não É bêbado. É como os ministros. Eles não são ministros, eles estão ministros, o que também não impede que o ministro seja ou esteja bêbado. É o pé-de- chinelo da escala. O bêbado, não o ministro, é claro!
2 - Biriteiro - É o cara que, depois de alguns porres, acaba se interessando pela carreira e começa a praticar a bebunagem com regularidade. Como o fígado ainda está tinindo e a família achando que aquilo é só uma "fase passageira", ele vai metendo os cornos devagarinho. Toma três hoje, duas amanhã, pára no domingo, recomeça na terça, vomita na quinta, toma boldo na sexta, e vai indo... Como ainda não tem certo domínio sobre o álcool, acaba fazendo merda. E depois da primeira, é uma atrás da outra, para alegria dos cunhados canalhas.
3 - Bebum - É uma patente acima do biriteiro. Mais constante e mais previsível, quanto às cagadas que costuma aprontar, o bebum é aquele cara que vive pagando mico, para a vergonha da esposa e felicidade da sogra. Pode ser "sistemático". Faz merda todo dia, ou "assistemático", o que não faz mais merda, pois já tem o suficiente em estoque.
4 - Pinguço - O que faz com que um bebum seja elevado à categoria de pinguço é o horário em que passa a adentrar no recinto cachacístico.
O bebum é um notívago por excelência, quer dizer, só costuma molhar o chifre à noite, enquanto o pinguço é um "tardívago"; começa na hora que seria do almoço.
Seria, mas não é. Almoço, para pinguço, é perda de tempo. Só pode ter sido invenção de crente.
5 - Pau-d'água - É o pinguço que já perdeu o respeito da vizinhança. Embora seja uma patente alcoólica de grande carisma, a expressão "pau-d'água" é usada por muitos abstêmios como adjetivo pejorativo. E isso é sacanagem. Se o pau-d'água fosse da família deles seria "vítima do alcoolismo", agora, como não é... É o mesmo preconceito que muita gente tem contra a viadagem: se for da nossa família é "homossexual", mas se for da família do vizinho é "viado", "bichona sem-vergonha".
6 - Pé-de-cana - É o pau-d'água pobre. O cara rico, de porre, é extravagante; o pobre é impertinente. Se for rico fica eufórico; se for pobre faz vergonha. Rico fica alegre; pobre enche o saco.
Rico agita a madrugada; pobre enche os culhões. Não tem como escapar! Só enchendo os cornos para esquecer o preconceito...
7 - Papudinho - É a maior patente da escala, o último e derradeiro degrau. É quando a cara incha de vez, os olhos empapuçam, o passo fica curto, os pés engordam, as mãos vacilam, a voz se arrasta e até o anjo da guarda dá no pé.
Geralmente é um solitário. Bebe sozinho, cai sozinho, mija nas calças sozinho, e fica babando no sereno até que uma alma caridosa, normalmente um outro papudinho, se ofereça para ajudar. Ocorre que, muitas vezes, o outro papudinho está ainda mais mamado e acaba caindo também. Aí, para levantar dois papudinhos são necessários outros dois papudinhos, que quase sempre não aparecem já que estão caídos mais adiante. Daí então, só de revolta, resolvem formar mais uma dupla sertaneja só para torrar de vez com o saco dos brasileiros.
Além destas sete patentes, há algumas outras posições intermediárias como sub-bebuns, terceiros, segundos e primeiros-pinguços, biriteiros de corveta, etc., mas que são estritamente corporativas e servem tão somente para efeito de promoção.
Figuras como o "ébrio", por sua vez, não são mais reconhecidas como patente.
O ébrio, para quem não sabe, é o bebum em desuso. Ainda há
alguns poucos remanescentes no mercado cujas famílias os prendem em casa para evitar que façam merda na rua. Os poucos que ainda existem funcionam à válvula, já perderam o contraste e têm sérios problemas com o vertical.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Noite De Agosto
Uma noite, havia brigado com minha mulher e resolvi dar uma caminhada para espairecer. Ela pediu que eu levasse o celular. Já passava das 11h, peguei minha carteira e alguns cigarros e sai. Era uma noite fria de agosto, tinha chovido o dia inteiro. Fui caminhando sem rumo, com o pensamento absorto. Algum tempo depois resolvi parar para perguntar onde eu estava pois eu não sabia que lugar era aquele. Olhei no relógio e vi que ja era quase 1h da manhã. Decidi continuar caminhando sem perguntar que lugar era para não ter outra preocupação. Fui caminhando lentamente e pensando na briga entre eu e minha mulher, e acabei percebendo que o errado naquela história era eu. Resolvi ligar para pedir desculpas e pedir também que ela fosse me buscar... Mas havia um porém (porra, sempre há um porém nestas histórias), eu tinha deixado o celular em casa! Tentei localizar um telefone público, mas ao olhar em volta vi que não tinha nenhum. Decidi voltar por onde tinha vindo... "Por onde eu vim mesmo? Droga, não consigo lembrar por onde vim". Acendi um cigarro e continuei caminhando na direção que eu estava indo. Acabei entrando em um bairro conhecido. Ao olhar em volta localizei um orelhão e tentei ligar para casa, mas nínguem atendeu. Chamei um táxi e pedi que me levasse até minha casa. Quando desci do carro, advinha quem era o motorista... Era o vulto da história "O Sonho". Paguei a corrida e quando me virei para a casa, ela explodiu! Acordei assustado. Minha mulher me alcamou e eu lhe contei a história toda. Ela ficou meio intrigada, mas de repente começou a dar risada. Fiquei brabo com isto e quis sair de casa, mas ela pediu desculpas. Estava com sede e não tinha nada para beber em casa. Peguei o carro e fui comprar cerveja. Fui ao mercado mais próximo, mas ele estava fechado. Decidi ir a posto ali perto, mas ele também estava fechado. Então decidi ir até um supermercado 24h que tinha do outro lado da cidade. Passei por várias cenas esquisitas, e quando cheguei ao mercado, advinhem... Ele também estava fechado! "Whatahell?" pensei, "Mercado 24h não é pra ficar aberto 24h?". Fiquei furioso e decidi voltar para casa sem comprar nada mesmo. Mas eu estava com muita sede, e decidi parar em uma praça para ver se achava água. Não achei nenhuma torneira, mas achei um laguinho e fui até lá tomar água... Levei um chute nas costelas e vi que tinha um guarda me molhando com uma mangueira. Pedi para parar mas ele nao parou. Olhei para sua cara e vi que era o mesmo guarda que tinha me acordado alguns dias atrás. Me levantei e fui para minha casa. Desta vez não encotrei minha sogra na porta de casa, mas sim minha mulher. Ela parecia muito preocupada, mas quando entrei em casa ela começou a me bater por ter passado mais uma noite fora bebendo. Equanto ela falava, eu pensanva no sonho que tive e decidi sair para tomar mais umas cervejas com os companheiros de sempre. A cada meia hora mais ou menos, minha mulher me ligava querendo saber onde eu estava, e eu sempre falava que estava no parque ou no lago. Mas na verdade eu estava no bar, bebendo, lógico. Fiquei bebendo até escurecer e resolvi ir para casa. Quando cheguei encontrei minha mulher com uma 765 na mão! Tentei acalmá-la mas não consegui, então sai correndo e fui dormir na casa de um amigo voltando para casa no dia seguinte para ver se ela já estava mais calma. Mas isso é outra história e ficará para um próximo post!
quarta-feira, 2 de junho de 2010
02/06/2010
Olá,
Vamos tomar um chá,
Ficar pra lá de Bagdá,
Andar de lá para cá.
Eu estudava no Colégio Agrícola,
Pois andava de Fubica,
Pegava a Marica,
E tocava Cuíca.
Quando deito na cama,
Toco sanfona,
Tomo uma canha,
E fumo maconha.
Eu vou sair,
Comprar um quati,
Fazer uma música ali,
E beber até cair.
Chegaram as mina,
Tudo de cinta liga,
Tomando caipira.
Se jogando na piscina.
Eu moro num beco,
O beco é no gueto,
O gueto é escuro,
E o ferro é burro.
Os mano na laje,
Assando uma carne,
Fazendo uma pagodaje,
Bebendo arte.
As mina na banheira,
Ao lado da lareira,
Fazendo brincadeiras,
Falando besteiras.
Um frio de racha,
A mulherada pra dança,
A carne pra assa,
E uma larica pra mata.
Agora vou nessa,
Fazer uma festa,
Beber a beça,
Falou, vou nessa...
sábado, 23 de janeiro de 2010
23 - 01 - 10
Você não me CONHAQUE,
Não sabe de onde eu VINHO.
Por isso não me CAMPARI com qualquér RUM!
Apenas isto por hoje :D
domingo, 6 de dezembro de 2009
06/12/09
Hoje, liguei para o meu amigo RAFS para fazermos algo, ele estava ocupado e disse que me ligaria depois, mas ele nao ligou. Perto da meia noite ele e mais 3 manos vao até a minha casa me convidar para beber. No momento em que eles chegaram eu estava assistindo O Curral, comendo bife, tomando suco de abacaxi, escutando a rádio Atlantida e lendo o livro Crepúsculo. Entao compramos uns litros de whisky que compete com o Red Label e é mais barato, mas no momento eu nao lembro o nome pois é muito complicado. Após tomar uns 2 ou 3 litros eu comentei com os manos que na horas que eles chegaram na minha casa eu estava tomando O Curral, lendo o Abacaxi, assistindo o bife, escutando o Crepúsculo e fritando a Atlantida.
sábado, 28 de novembro de 2009
O Sonho
Era noite de sexta-feira 13, ja passavam das 9h da noite. Estava bebendo desde as 2h da tarde (como sempre não lembro muito bem dos fatos acontecidos, mas vou contar para vocês o que eu conseguir lembrar).
Naquela noite, estava indo para minha casa quando encontrei um amigo que estava indo na mesma direção. Estavamos caminhando em direção a nossas casas quando vimos um vulto fazendo sinal para que nos aproximassemos. Como ja tinha tomado umas a mais, não lembrei que era sexta-feira 13 e me aproximei do vulto. Meu amigo ficou alguns passos atras meio cabrero, só observando. O vulto não falou nada, apenas fez sinal para que nós o seguissemos. Fui atrás dele mantendo uma certa distância. Como sempre estava com meu canivete no bolso, e pensei "Se ele tentar alguma coisa eu finco este canivete no bucho dele e faço ele pedir perdão de joelhos!". Após alguns minutos de caminhada, o vulto parou em frente a uma casa. Alguns segundos após agente parar, a casa explodiu! No momento da explosão eu vi um porco com a camisa do palmeira sair voando pelos ares. Fiquei intrigado com a situação e resolvi pedir para o vulto quem ele era. Este me respondeu: "Sou o seu sub consciente". "Subconsciente? Que porra é essa?" pensei. Começei a imaginar de quem seria aquela casa em chamas quando vejo ao longe um tornado vindo em minha direção. Fiquei apavorado e sai correndo. Mas aconteceu uma coisa muito estranha... eu não podia me mover, e ao olhar para meu amigo vi que ele estava petrificado. Tentei correr novamente, mas quando mais eu tentava, mais o tornado se aproximava. De repente meus pés sairam do chão e eu começei a girar como um louco. Logo após senti uma dor nas costelas... Um policial tinha me acordado com um chute e eu vi que tudo aquilo era um sonho. Perguntei que dia era, e ele me respondeu: "Hojé é sexta feira 13, seu bebado imundo!". Desesperadamente começei a gritar e sai correndo em direção a minha casa. Quando estava quase chegando em casa, advinha quem eu encontrei a me esperar na porta da minha casa... Não, não era o tal vulto. Era minha sogra! Decidi correr para o outro lado, e sabem o que eu fiz? Claro, fui tomar umas cervejas com os amigos!! Se vocês estao curiosos para saber se eu encotrei o tal vulto, não, eu não o encontrei. Encontrei apenas a minha sogra na porta de casa com um presente... Um rolo de macarrão pra bater na minha cabeça!!
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
O Bêbado
Moral da História: Nunca va para a cama com um mulher cujo nome você desconhece!
Uma Noite De Bebedeira
sábado, 12 de setembro de 2009
12/09/09
Apenas para nao perder o costume de postar aqui.
Sejamos Bebados
Degustando sua personalidade,
Provoco-te de vários jeitos.
Lentamente me entorpeço,
Gole por gole.
Estou largado na mesa
Num canto de parede
Enquanto o garçom me serve.
Com estratégia te seduzo
Em uma dança impessoal.
Aventuro-me em meus devaneios
Com a boca molhada
Esperando beijos e mordidas.
Sua companhia me excita...
- Garçom, mais uma dose!
Pura delícia, meu álcool,
Não a ponho no pedestal,
Apenas te consumo,
Prazer a prazer...
- Garçom, mais uma dose!
Venha comigo agora,
A noite não acabou.
Brindemos agora
Pela efemeridade...
- Garçom, mais uma dose!
Como um pintor ama a arte
Amarei sua nudez.
Servirei o licor
Sejamos bêbados hoje...
- Garçom, mais uma dose!
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
20/08/09
Eu tinha lá em casa dez garrafas de cachaça, da boa. Mas minha mulher obrigou-me a jogá-las fora.
Peguei a primeira garrafa, bebi um copo e joguei o resto na pia.
Peguei a segunda garrafa, bebi outro copo e joguei o resto na pia.
Peguei a terceira garrafa, bebi o resto e joguei o copo na pia.
Peguei a quarta garrafa, bebi na pia e joguei o resto no copo.
Peguei o quinto copo, joguei a rolha na pia e bebi a garrafa.
Peguei a sexta pia, bebi a garrafa e joguei o copo no resto.
A sétima garrafa eu peguei no resto e bebi a pia.
Peguei no copo, bebi no resto e joguei a pia na oitava garrafa.
Joguei a nona pia no copo, peguei na garrafa e bebi o resto.
O décimo copo, eu peguei a garrafa no resto e me joguei na pia.
Bom, é isso. Até a próxima caros leitores.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
12/08/09

Minha terra tem problemas
Que ninguém resolverá
A pobreza que nos rodeia
Não é vista pelos de lá.
Nosso céu têm mais poluição
Nossos impostos são maiores
Nossos hospitais tem mais filas
Nossas vidas, cada vez piores.
Se cismar em querer mudança,
Calar-me-ão os de lá.
Minha terra tem problemas
Que ninguém resolverá.
Por aqui ninguém se diverte,
Só devemos trabalhar
Se cismar em fazer paródias,
Nenhum apoio encontrará.
Minha terra tem problemas,
E baixo IDH.
Não permita Deus que eu morra
De bala perdida em qualquer lugar.
De morte matada pelos meus credores,
De desgosto, suicidar.
As balas são certeiras,
No barulho da Ak.
As pessoas que os tiros sorteiam,
Tem apenas que esperar.
Nosso céu tem mais PM,
Nossas favelas tem mais sangue,
Nosso corpo mais ferida,
Da ferida escorre sangue.
Com a pele cor da noite,
O prazer no gole e pá.
As balas são certeiras,
No barulho da Ak.
Nos hospitais faltam doutores,
Que o povo precisar.
Com a pele cor da noite,
O prazer no gole e pá.
As balas são certeiras,
No barulho da Ak.
Rezam a Deus para que não morram,
Com o tiro de Hk.
Sem aproveitar os valores,
De sua familia, manos e pá.
Sem água na torneira,
Mas com o barulho da Ak.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
29/07/09
Meu nome é Matheus.
E eu nao gosto de Deus.
Cadê meus breus?
Passa a chama,
Que eu deito na cama,
Para tomar uma cana.
Se eu furtar,
Não irão me cagüetar,
Para não me derrubar.
Acenda o carvão,
Vamos pro porão,
Fumar um narguilão.
Os mano tão aqui,
Nós vamo fugir,
Pra não precisa carpir.
Vamos ali na vizinha,
Pegar uma quentinha,
Pra comer ao som de Chimbinha.
Não tamo de caranga,
Mas vamo da uma banda,
Na quebra de cima,
Pra comprar uma canga.
Passamo na quebrada,
Pega uma parada.
Mas os vida loka fugiu

E os breu sumiu.
Olhamos pela janela,
Os mano na cela.
Os mano tão torto,
E eu quase morto.
Vou beber pra esqecer.
Nem queira saber.
A realidade é foda,
Nós tamo na moda.
Estamos na noite,
Lembrando os açoite.
Agora vou indo,
Pois estou caindo.
Tomei um Absinto,
E Estou com dor no...
Até a próxima manguaça,
Para escrever mais uma bagaça.
Va na fé,
Mas não necessariamente em pé.
Se não gosto,
Fale com seu vô.
Se ele morreu,
SE FODEU!
Vo fala com o Mano Au,
Tchau!


sábado, 11 de julho de 2009
Bêbado, Rouco e Louco
Velhas Virgens
Hoje eu encontrei
Um velho retrato seu
Por onde andarão os olhos
Que um dia foram os meus?
A rua sem você
Vazia é quase nada
Escura, suja e triste
Recordação maltratada
Maltratada
Bêbado, rouco e louco
Eu danço entre os carros
Na marginal congestionada
Grito, blasfemo
Paixao e ódio
Mágoa, desprezo
Uma mulher não vale nada
Não vale nada (2x)
Os dias passam sedentos
Nessa imensa mesa de bar
Copos vazios que brindaram saúde
A quem já não me quer mais
Não me quer mais
Não, não quer mais
Bêbado, rouco e louco
Eu danço entre os carros
Na marginal congestionada
Grito, blasfemo
Paixão e ódio
Mágoa, desprezo
Uma mulher não vale nada
Não vale nada (3x)
Toma um fósforo, acende o teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro.
A mão que afaga é a mesma que apedreja.
Se a alguém causa inda pena tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga
Escarra nessa boca que te beija!
Não vale nada (4x)
Não irei escrever nada hoje por que não estou bêbado o suficiente para ter inspirações para poder escrever.
Até a próxima.
